MMA e BNDES anunciam aporte de R$ 69,5 milhões para restaurar áreas protegidas em seis estados da Amazônia
O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciaram o resultado do 4º ciclo de editais do programa Restaura Amazônia, que selecionou 11 projetos para a restauração ecológica da Amazônia Legal. As ações serão implementadas em 6 estados da região e destinam R$ 69,5 milhões, com previsão de restaurar 2.877 hectares em Unidades de Conservação prioritárias, conforme o Plano Nacional de Recuperação da Vegetação Nativa (Planaveg). O programa integra a estratégia do Governo para ampliar a escala da restauração na Amazônia Legal e fortalecer a implementação do Planaveg, que visa restaurar 12 milhões de hectares até 2030. O projeto contou com recursos adicionais da Petrobras, que apoia soluções baseadas na natureza para conservação da biodiversidade, geração de renda e mitigação das mudanças climáticas. A ministra Marina Silva destacou a importância do Fundo Amazônia para criar um ciclo de prosperidade e o secretário-executivo do MMA, João Paulo Capobianco, ressaltou a agenda como compromisso estratégico do Brasil no cenário internacional, que busca promover o desenvolvimento sustentável na região. A secretária de Biodiversidade, Florestas e Direitos Animais do MMA, Rita Mesquita, destacou a importância de conectar iniciativas de restauração florestal a objetivos de longo prazo e construção de cadeias produtivas sustentáveis, enquanto a diretora Socioambiental do BNDES, Tereza Campello, ressaltou que a iniciativa une conservação ambiental e desenvolvimento econômico local. O programa foi financiado com recursos do Fundo Amazônia e conta com a parceria do MMA para coordenação.