De jogos à biologia e muito mais: 10 anos do impacto do AlphaGo

O AlphaGo demonstrou o potencial da IA para nos ajudar a compreender as complexidades do mundo físico, como decifrar o problema do enovelamento de proteínas e modelar estruturas de todos os 200 milhões de proteínas conhecidas. A base de dados do AlphaFold, que facilita a pesquisa em diversas áreas científicas, já é utilizada por mais de 3 milhões de pesquisadores. O AlphaGo também abriu caminho para novas aplicações na matemática, como o AlphaProof e o Deep Think, que alcançaram resultados impressionantes nas Olimpíadas Internacionais de Matemática (IMO). A IA foi aplicada para descobrir algoritmos mais eficientes como o AlphaEvolve, capaz de encontrar soluções para problemas complexos em áreas da ciência e engenharia. Já o cocientista de IA, inspirado no AlphaGo, permite a colaboração entre agentes e o desenvolvimento de ideias científicas de forma rigorosa. A IA tem mostrado grande potencial na área de ciência, mas para alcançar avanços fundamentais como a criação de energia limpa ilimitada ou a resolução de doenças que não compreendemos atualmente, é necessário um sistema geral de IA capaz de encontrar a estrutura e as ligações subjacentes entre diferentes áreas de conhecimento.

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Festival de Verão: programação de quinta destaca cinema dômico, fotografia e música sacra

O 20º Festival de Verão UFMG segue com programação diversificada nesta quinta-feira, 12 de março. Com atividades que integram ensino, pesquisa e extensão, o público poderá acompanhar discussões sobre tecnologias imersivas, concertos de música erudita e outras atrações. Às 18h, o Espaço do Conhecimento UFMG promove a roda de conversa on-line Produção fulldome em universidades. […]