Presença feminina ainda é desafio na cibersegurança

Dados do ISC² Cybersecurity Workforce Study 2025 mostram que as mulheres representam cerca de 24% da força de trabalho global do setor, e a participação feminina no mercado de cibersegurança está crescendo gradualmente mesmo com a escassez de profissionais qualificados em todo o mundo. Para José de Souza Junior, especialista em cibersegurança e governança digital, a diversidade de pensamento é fundamental para a segurança em ambientes críticos, pois permite identificar vulnerabilidades antes que elas se tornem incidentes. A segurança digital também exige competências diversas, incluindo liderança, como destaca o especialista, e as novas ameaças como ataques baseados em inteligência artificial exigem equipes multidisciplinares. O relatório Global Cybersecurity Outlook 2026 do World Economic Forum aponta a escassez de profissionais qualificados em cibersegurança como um dos principais riscos enfrentados por organizações públicas e privadas, que se intensificam com a crescente sofisticação das ameaças digitais. Em grandes eventos internacionais, a presença de redes temporárias, sistemas de credenciais digitais e cobertura da imprensa estrangeira aumenta o risco de ataques cibernéticos e exige coordenação, comunicação e capacidade de decisão integrada para proteger dados e infraestrutura digital. A ampliação da participação feminina na cibersegurança passa por três pilares: investimento em formação técnica voltada a jovens; programas de mentoria e liderança em cibersegurança; e inserção feminina em conselhos e comitês de governança digital, conforme o especialista. Para Souza Junior, a diversidade deixou de ser um gesto institucional e se tornou um imperativo de segurança em ambientes digitais em constante evolução, onde a próxima ameaça pode surgir em segundos.

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