Médico de Bolsonaro foi alvo de processo por atestado irregular

O médico Brasil Ramos Caiado foi alvo de um processo ético-profissional no CRM-DF por irregularidades na emissão de um atestado médico em 2002. A apuração apontou a ausência de registro do atendimento no prontuário, a produção de documentação médica incompleta e fragilidade nos depoimentos. O relator rejeitou as alegações do médico, considerando a falta de base clínica e a violação dos artigos 69 e 110 do Código de Ética Médica. A punição aplicada foi censura confidencial, que não impede o exercício profissional, mas fica registrada no histórico do médico.

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