A morte do 'Dr.': Por que o título universitário perdeu peso social frente à autonomia financeira e de agenda dos profissionais autônomos  | Atlântida

A preferência por trabalhos autônomos cresceu no Brasil, com 59% da população optando por essa modalidade, em contraste com apenas 39% que preferem empregos formais. Essa mudança se deve à busca por flexibilidade e ganhos imediatos, além de uma percepção de que o diploma não garante emprego, exigindo habilidades práticas. O mercado valoriza a reputação e a experiência comprovada, superando certificados formais, enquanto as classes mais baixas priorizam a sobrevivência e a estabilidade. A “morte do diploma” é um fenômeno complexo e desigual, com o título universitário mantendo relevância em carreiras tradicionais e entre classes mais ricas.

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