IA supercapaz, cibersegurança e a transformação do Direito

O artigo de Thomas Friedman destaca a mudança da inteligência artificial (IA) no Direito, que vai além da automação e passa a identificar vulnerabilidades críticas em sistemas digitais, impactando diretamente a segurança jurídica. A IA pode ser utilizada para explorar falhas em softwares e sistemas operacionais, o que coloca escritórios de advocacia, tribunais e órgãos públicos em uma posição de maior vulnerabilidade. A necessidade de ciber-resiliência se torna crucial, exigindo medidas robustas de segurança, como arquitetura tecnológica robusta, governança de acessos e protocolos de resposta a incidentes. A IA também impacta o papel do juiz, que precisa entender temas como integridade de logs e confiabilidade de sistemas automatizados para garantir a justiça. A proteção da justiça e da confiabilidade das provas passa a depender da segurança dos sistemas digitais, exigindo que escritórios revisam suas políticas de uso de IA e implementando medidas de segurança.

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